Diante o grande problema sanitário que o mundo vive, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Distrito Federal dá sua ajuda para enfrentar o COVID-19. No sábado 28 de abril o presidente do CRMV-DF reuniu-se com o Secretário de Saúde do DF, Francisco Araújo e o representante da Academia Brasileira de Medicina Veterinária Intensiva (BVCCS), Médico-Veterinário Rodrigo Cardoso Rabelo. Na pauta, a parceria entre as entidades para gerenciar o empréstimo de equipamentos de respiração artificial usados por profissionais da saúde que são compatíveis para animais e seres humanos.

Secretariadesaúde

Segundo Laurício, o CRMV-DF contribui com o enfrentamento da crise estreitando elos entre as entidades. “O CRMV-DF demonstra a sua importância em participar da construção de uma Saúde Pública, possibilitando uma agenda com o Secretário de Estado de Saúde do Distrito Federal e o representante da BVCCS, Médico-Veterinário Rodrigo Rabelo, na Secretaria”. No encontro, Rodrigo esclareceu que o CRMV-DF desempenhou um papel fundamental entre a entidade e a Secretaria de Saúde do DF. “O papel do Laurício foi cumprido, que foi colocar a gente dentro da secretaria. Isso aí não tem preço e nem tem trabalho, foi o mais difícil”. Explicou.

O representante da BVCCS, Rodrigo Rabelo, apresentou o projeto e o seu funcionamento, que consiste em cadastrar nome de profissionais, empresas e seus respectivos equipamentos e a quantidade dessas máquinas disponíveis para reforçar o atendimento de futuros pacientes. “Nós vamos entregar a lista de equipamentos a Secretaria de Saúde do DF e estamos trabalhando em uma minuta de contrato. ” Ele explica que este é o momento mais difícil, já que a pessoa que vai emprestar quer garantias, e este contrato irá estabelecer estes critérios, período de uso, e nas mesmas condições de uso, de devolução, etc.

A ideia surgiu em fevereiro, quando a entidade procurou o Conselho Federal de Medicina Veterinária, que chancelou a iniciativa. Daí por diante, a BVCCS iniciou o cadastro de pessoas e entidades interessadas em participar.

A partir de agora, é aguardar os trâmites jurídicos, ou seja, a definição do modelo de contrato a ser usado e acertar os detalhes de recolhimento dos equipamentos. Segundo Rodrigo, especialistas apontam que o pico de infectados seja no mês de abril e é quando todo o esforço feito até agora fará sentido.

Assessoria de Comunicação Social do CRMV-DF

31 de março de 2020